Minas Gerais registrou 3.333 casos de Covid-19 nos dois primeiros meses de 2026, de acordo com dados divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG). O número representa uma redução significativa em comparação com o mesmo período do ano passado.
Em 2025, o estado contabilizou 11.084 casos da doença entre janeiro e fevereiro, quase três vezes mais do que o total registrado neste início de 2026.
Segundo os dados da SES-MG, somente em janeiro de 2025 foram confirmados 5.747 casos de Covid-19 em Minas Gerais. Já em fevereiro daquele ano, o estado registrou 5.337 ocorrências da doença.
Apesar da redução no número de casos, as autoridades de saúde reforçam que a vacinação continua sendo a principal estratégia para prevenir a doença e evitar complicações causadas pelo vírus.
A SES-MG destaca que o imunizante contra a Covid-19 é gratuito e permanece disponível durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) dos 853 municípios mineiros.
De acordo com a pasta, manter o esquema vacinal atualizado também ajuda na proteção contra outros vírus respiratórios que circulam principalmente em períodos de maior incidência de doenças respiratórias.
Transmissão e sintomas da Covid-19
A Covid-19 é uma doença respiratória causada pelo vírus SARS-CoV-2 e pode ser transmitida principalmente por meio de gotículas respiratórias eliminadas quando uma pessoa infectada fala, tosse ou espirra. A transmissão também pode ocorrer pelo contato com superfícies contaminadas e, em seguida, ao tocar olhos, nariz ou boca sem higienizar as mãos.
Ambientes fechados, com pouca ventilação e grande concentração de pessoas, aumentam o risco de transmissão do vírus. Por isso, medidas como higienização das mãos, etiqueta respiratória e vacinação continuam sendo importantes para reduzir a circulação da doença.
Entre os principais sintomas da Covid-19 estão:
- Febre
- Tosse seca ou persistente
- Dor de garganta
- Cansaço ou fadiga
- Dor de cabeça
- Congestão ou coriza
- Perda de olfato ou paladar
- Dores no corpo
Em alguns casos, especialmente entre idosos ou pessoas com comorbidades, a doença pode evoluir para sintomas mais graves, como falta de ar e dificuldade para respirar.






















