Foto: Redes Sociais

Uma incidente aconteceu em uma comunidade brasileira nos Estados Unidos, com a morte prematura de Diogo Gonçalves Coelho, um jovem de 18 anos que vivia na cidade de Danbury, Connecticut. Diogo faleceu após ser atingido por um disparo na testa em um incidente ocorrido na noite da última segunda-feira (23), por volta das 21h30, horário local.

Diogo, um valadarense que residia nos Estados Unidos, foi levado ao hospital e ficou em coma por pouco mais de 24 horas antes de nos deixar na noite de terça-feira (24).

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As circunstâncias que levaram a essa tragédia são alvo de investigação policial, uma vez que a polícia local tenta determinar se o disparo que causou a morte foi acidental. De acordo com informações fornecidas por familiares, Diogo vivia com seus pais e teria ido à casa de vizinhos no dia do incidente. No local, ele teria tido acesso a uma arma de fogo que estava guardada em um dos quartos.

As autoridades investigam o caso como um possível disparo acidental, e um casal de brasileiros que estava presente no mesmo ambiente foi detido para prestar depoimento. Além desse casal, o dono da residência também estava presente na casa, embora estivesse tomando banho no momento em que o tiro foi disparado.

Conforme informações da família de Diogo, o casal detido afirmou que a arma estava sem munição, colocada sobre uma cabeceira, e que o jovem pegou o revólver e começou a manuseá-lo, aparentemente de forma descuidada, resultando no disparo que o atingiu fatalmente.

A família informou que a arma foi jogada pela janela do quarto após o incidente e, posteriormente, foi encontrada pela polícia. Até o momento, o proprietário da arma não foi determinado.

Parentes de Diogo disseram que ele não tinha histórico de acesso a armas e desconhecia os procedimentos de manuseio. Eles consideram a possibilidade de que o jovem possa ter se envolvido em uma brincadeira perigosa, como a “roleta russa”, mas preferem aguardar os resultados da investigação policial para esclarecer as circunstâncias do ocorrido.

O caso permanece sob investigação, e a família aguarda o laudo pericial. O tio de Diogo, Genival Gonçalves, compartilhou que a família, incluindo o sobrinho, se mudou para os Estados Unidos em 2018, vindo de Vila Nova Floresta, um distrito de Governador Valadares, no Brasil.

Genival revelou que os órgãos de Diogo foram doados, sem especificar quais, e que seu corpo será repatriado para Governador Valadares.

Ele descreveu seu sobrinho como um jovem doce e alegre, que não enfrentava problemas de depressão ou outras doenças psicossomáticas. “Era um menino muito doce, estava começando a trabalhar, e aí aconteceu essa tragédia. Estamos sem saber o que aconteceu e preferimos esperar as informações da polícia,” desabafou o tio.

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