Foto: Minas em Dia / Reprodução

O mundo do rock e do heavy metal está de luto. Phil Campbell, o icônico guitarrista que acompanhou Lemmy Kilmister no Motörhead por mais de três décadas, faleceu aos 64 anos. A notícia foi confirmada neste sábado (14), trazendo uma onda de homenagens de fãs e colegas de profissão ao redor do mundo.

De acordo com as primeiras informações, o músico partiu após o que foi descrito como uma “batalha corajosa” contra problemas de saúde, embora detalhes específicos não tenham sido amplamente divulgados de imediato.

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Uma trajetória de peso

Nascido no País de Gales, Campbell juntou-se ao Motörhead em 1984, participando de uma das fases mais prolíficas e estáveis da banda. Ele foi peça fundamental em álbuns clássicos como Orgasmatron, 1916 e Bastards, ajudando a moldar o som agressivo e veloz que definiu o gênero.

Após a morte de Lemmy em 2015 e o consequente fim do Motörhead, Phil não abandonou os palcos. Ele formou a banda Phil Campbell and the Bastard Sons, ao lado de seus filhos, mantendo vivo o espírito do rock and roll e provando que sua paixão pela música era um assunto de família.

Legado inabalável

Phil Campbell era conhecido não apenas pelo seu talento técnico e pelos riffs memoráveis, mas também pela sua postura humilde e dedicação total aos fãs. Sua contribuição para a música britânica e para a cultura do metal é considerada imensurável, tendo influenciado gerações de guitarristas que buscavam o equilíbrio entre o blues e a distorção pesada.

Nas redes sociais, diversas personalidades do mundo da música prestaram condolências, destacando Campbell como um dos “últimos grandes cavalheiros do rock”. O velório deve ser reservado a amigos e familiares, mas espera-se que tributos públicos ocorram nos próximos festivais de música na Europa.

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