Divulgação: PMI

O prefeito de Itabira, Marco Antônio Lage, reuniu-se nesta terça-feira (3) com merendeiras da rede municipal de ensino para anunciar e assinar o projeto de lei que propõe a unificação da jornada de trabalho da categoria. A proposta será encaminhada à Câmara Municipal nos próximos dias e integra um conjunto de ações da administração municipal voltadas à valorização dos profissionais da educação e à promoção de maior equidade nas condições de trabalho.

O encontro aconteceu na Escola Municipal Coronel José Batista e contou com a participação de merendeiras de diversas unidades da rede municipal. Na ocasião, o prefeito dialogou diretamente com as trabalhadoras, ouviu reivindicações e apresentou os principais pontos da proposta, destacando a importância estratégica da atuação da categoria no cotidiano escolar.

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“Nosso compromisso é com o diálogo permanente e com o reconhecimento de quem faz a educação acontecer todos os dias. As merendeiras têm um papel fundamental nas escolas, e essa proposta é uma forma concreta de valorizar esse trabalho e garantir mais justiça nas condições de jornada”, afirmou o prefeito Marco Antônio Lage.

O projeto prevê a equiparação da carga horária para 30 horas semanais, contemplando tanto servidoras efetivas quanto contratadas. Segundo o prefeito, a iniciativa está alinhada às recentes atualizações do Plano de Cargos, Carreiras e Salários do município, que passou por ajustes no último ano após alterações promovidas pelo Legislativo, sem contemplar a carga horária das servidoras efetivas.

“Essa é uma atividade operacional, contínua e fisicamente exigente. Pensar na jornada de trabalho também é pensar na saúde, na segurança e no bem-estar dessas profissionais. Estamos avançando com responsabilidade e respeito”, destacou Marco Antônio Lage.

A secretária municipal de Educação, Rejane Penna, esclareceu que a proposta não implicará aumento no número de vagas. Segundo ela, a gestão vem trabalhando na reorganização dos serviços para garantir o pleno funcionamento das escolas.

“Não haverá ampliação de vagas. Estamos realizando um trabalho técnico de reorganização para que a redução da carga horária aconteça sem prejuízos à rotina escolar e, principalmente, sem comprometer a qualidade da alimentação oferecida aos nossos estudantes”, explicou a secretária.

Rejane Penna também reforçou o reconhecimento institucional ao trabalho das merendeiras, destacando o papel humano e social exercido por essas profissionais no ambiente escolar.

“As merendeiras cuidam, acolhem e fazem parte do dia a dia dos alunos. O trabalho delas vai muito além do preparo dos alimentos e contribui diretamente para um ambiente escolar mais acolhedor e saudável”, completou.

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