A Vale alcançou 100% de aderência às práticas de governança corporativa recomendadas para empresas de capital aberto no Brasil. O mais alto nível de adesão foi obtido pelo segundo ano consecutivo, conforme consta no Informe sobre o Código Brasileiro de Governança Corporativa (CBGC), publicado nesta quinta-feira (24/7) pela empresa.

O Informe foi instituído pela Comissão de Valores Mobiliários com o objetivo de fomentar a transparência e as boas práticas nas empresas de capital aberto no Brasil. O CBGC, coordenado pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), consolida recomendações sobre processos de governança, relacionamentos com stakeholders e mecanismos de controle.

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“O Informe 2025 da Vale evidencia o compromisso da companhia com a adoção das melhores práticas em governança corporativa. O Conselho de Administração da Vale está seguro de que essa governança robusta e a transparência crescente sobre atuação da Vale incrementam a confiança de investidores e de stakeholders em geral, enquanto impulsionam a reputação da companhia e a valorização da Vale no mercado”, afirma Daniel Stieler, presidente do Conselho de Administração da Vale.

Ao preencherem o Informe, as companhias declaram se adotam ou não cada uma das práticas recomendadas, seguindo o modelo “pratique ou explique”, que exige justificativas consistentes quando a empresa opta por não seguir determinada recomendação.

Segundo levantamento do IBGC, em 2024, a média de aderência das empresas de capital aberto às melhores práticas de governança foi de 67%. Entre as que estão no Novo Mercado, como a Vale, foi de 79%. Os dados comparativos referentes a 2025 ainda não estão disponíveis, já que o prazo para apresentação do Informe se encerra no final de julho.

A Vale também se destacou por atender a todos os tópicos da proposta de evolução do regulamento do Novo Mercado, apresentada recentemente. Entre as regras que a Vale já cumpre, estão:

  • 61% de membros independentes na composição do Conselho de Administração da companhia;
  • Na caracterização de independência de seus membros, limite de cinco ou mais mandatos ou dez anos em mandatos, ainda que não consecutivos;
  • Para o presidente do Conselho de Administração, é vedada a acumulação de posição executiva em outra companhia e limitada sua participação em outro Conselho de Administração e/ou Fiscal a uma companhia adicional, na condição de membro.

Em junho, a Vale já havia se tornado a primeira empresa do Brasil e a primeira do setor de mineração a adotar voluntariamente o padrão internacional do International Sustainability Standards Board (ISSB) para reportar riscos e oportunidades relacionados à sustentabilidade — essa prática será obrigatória no Brasil apenas a partir de 2027.

O avanço da Vale em governança corporativa tem se traduzido na melhora da percepção por agências de rating ESG, com destaque para o “Governance QualityScore” da agência ISS, no qual a empresa atingiu a nota 1, a mais alta do indicador.

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